VÍDEO mostra milícia executando vendedor de gás que não contribuía

Por: Matheus Feitosa Escritor da News365
O caso é uma retaliação de outro crime.

Notícias 10Outubro2017 18 h 26min

Os homens mortos no ataque entregavam botijões em uma loja da região. A polícia e ministério público fazem operação.

O caso é uma retaliação de outro crime.
O caso é uma retaliação de outro crime.

VÍDEO mostra milícia executando vendedor de gás que não contribuía

Os homens mortos no ataque entregavam botijões em uma loja da região. A polícia e ministério público fazem operação.

Notícias 10Outubro2017 18 h 26min

A Polícia Civil faz uma operação em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro para cumprir onze mandados de prisão e dezoito de busca e apreensão contra uma milícia que atua na vila Urussaí, em Saracuruna, Baixada Fluminense. Na manhã desta terça-feira, dez de outubro, uma pessoa foi presa na ação. Alguns dos alvos de prisão são os criminosos que aparecem cometendo um duplo homicídio durante o dia contra dois pedreiros Inácio Fonseca de Fontes e Bruno da Silva Braz.

O crime foi registrado por câmeras de segurança no dia onze de setembro na Rua Coronel Silva Braz. Os homicídios aconteceram quando três criminosos saíram de um carro da marca Meriva, da cor branca. As imagens mostram um criminoso saindo primeiro do carro, seguido por outros dois comparsas, apontados pelas autoridades como participantes do homicídio.

Segundo as investigações, os dois eram pedreiros e estavam fazendo um favor quando foram mortos. A milícia vendia o botijão pelo valor de R$ 65. Os três aproximam-se do carro e o primeiro homem morre ainda dentro do carro. O segundo morre ao ser atingido dentro da loja onde estava indo fazer a entrega. O gás vendido pelos milicianos é ilegal. Além disso eles fornecem TV a cabo clandestina, emprestam dinheiros a juros abusivos e furtam combustíveis da tubulação de ólte;leo da Petrobras.

O delegado Giniton Lages, titular da Divisão de Homicídios afirma que a polícia não tem dúvida de que 10 pessoas foram mortas por conta da guerra entre as milícias. Segundo ele, é possível que os números aumentem com o avançar dos inquéritos. O homicídio seria uma retaliação à morte do milicano Gustavo Silva Figueiredo, que foi assassinado no dia nove de setembro com o enteado em seu automóvel. Os assassinos usavam camisas com o rosto de Gustavo estampado, seria uma forma de homenagem a ele.

Segundo o delegado, houve uma comoção entre das organizações criminosas e fez com que uma organização contribuísse para atingir a rival.

Nas redes sociais, várias pessoas comentaram sobre o caso: "Enquanto as leis não mudarem e a sociedade não se revoltar, matar vai se banal e ficará sem punição.. Hoje qualquer um mata sem medo de punição... O cara matou assim como comprou o pão e foi embora", escreveu um internauta. "Aqui no interior o comércio de gás é democrático, qualquer um pode vender. Triste ver o Rio de Janeiro nessa situação e ter certeza que isso não vai mudar", registrou outro.

A Polícia Civil faz uma operação em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro para cumprir onze mandados de prisão e dezoito de busca e apreensão contra uma milícia que atua na vila Urussaí, em Saracuruna, Baixada Fluminense. Na manhã desta terça-feira, dez de outubro, uma pessoa foi presa na ação. Alguns dos alvos de prisão são os criminosos que aparecem cometendo um duplo homicídio durante o dia contra dois pedreiros Inácio Fonseca de Fontes e Bruno da Silva Braz.

O crime foi registrado por câmeras de segurança no dia onze de setembro na Rua Coronel Silva Braz. Os homicídios aconteceram quando três criminosos saíram de um carro da marca Meriva, da cor branca. As imagens mostram um criminoso saindo primeiro do carro, seguido por outros dois comparsas, apontados pelas autoridades como participantes do homicídio.

Segundo as investigações, os dois eram pedreiros e estavam fazendo um favor quando foram mortos. A milícia vendia o botijão pelo valor de R$ 65. Os três aproximam-se do carro e o primeiro homem morre ainda dentro do carro. O segundo morre ao ser atingido dentro da loja onde estava indo fazer a entrega. O gás vendido pelos milicianos é ilegal. Além disso eles fornecem TV a cabo clandestina, emprestam dinheiros a juros abusivos e furtam combustíveis da tubulação de óleo da Petrobras.

O delegado Giniton Lages, titular da Divisão de Homicídios afirma que a polícia não tem dúvida de que 10 pessoas foram mortas por conta da guerra entre as milícias. Segundo ele, é possível que os números aumentem com o avançar dos inquéritos. O homicídio seria uma retaliação à morte do milicano Gustavo Silva Figueiredo, que foi assassinado no dia nove de setembro com o enteado em seu automóvel. Os assassinos usavam camisas com o rosto de Gustavo estampado, seria uma forma de homenagem a ele.


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