NOTÍCIA! Coreia do Norte ameaça responder sanções dos EUA com 'mar de fogo'

Por: Ana Claudia Ramos Escritor da News365
A reação de Coreia do Norte foi publicada no jornal estatal
Mundo 06 Agosto 2017 15h 10min

Imprensa estatal acusa os americanos e aliados de política hostil que pode custar sua auto destruição

A reação de Coreia do Norte foi publicada no jornal estatal
A reação de Coreia do Norte foi publicada no jornal estatal

NOTÍCIA! Coreia do Norte ameaça responder sanções dos EUA com 'mar de fogo'

Imprensa estatal acusa os americanos e aliados de política hostil que pode custar sua auto destruição

Mundo 06 Agosto 2017 15h 10min

Por causa de seus constantes testes com mísseis balísticos intercontinentais, a Coreia do Norte recebeu algumas sanções como medidas de pressão da Organização das Nações Unidas (ONU).

Pyongyang não gostou nada das represálias e já usou o jornal estatal para revidar. Neste domingo (6), o governo do ditador Kim Jong-un mandou um aviso aos EUA, garantindo que qualquer ação militar terá uma resposta. “No dia que os EUA se atreverem a provocar a nossa nação com armas nucleares ou com sanções, o território norte-americano ficará submerso num inimaginável mar de fogo”, ameaçou o jornal oficial Rodong Sinmun.

Conforme noticiou a imprensa internacional, um dia antes o Conselho de Segurança da ONU havia realizado sanções contra o regime oriental. Dentre elas está a proibição dos Estados-membros da ONU de comprem várias exportações norte-coreanas, reduzindo até mil milhões de dólares (849 milhões de euros) por ano os rendimentos de Pyongyang. Tais medidas, aprovadas por 10 a 0, com votos inclusive da China e da Rússia, devem surtir um efeito financeiro muito grande.

Um dia depois, o editorial do Diário Oficial norte-coreano escreveu que os EUA e seus aliados mantém uma política hostil contra o pa&iaís e que se isso continuar eles estão arriscados a assistirem sua auto-destruição. “O empenho do grupo de Trump continuar com este atoleiro só motiva mais o nosso exército e dar mais razões à República Popular Democrática da Coreia para ter armas nucleares”, avisou o diário do Partido dos Trabalhadores. “A capacidade de empreender uma potente guerra dissuasora é uma escolha estratégica de defesa do nosso povo, que já atravessou um conflito bélico horrendo”, concluiu.

Trump tem cobrado da China, aliada de Pyongyang, uma posição mais contundente para dissuadir o líder da Coreia do Norte de seguir implementando armas intercontinentais que colocam em risco a segurança do mundo todo.

Mas esse passo não foi dado. Na verdade a China pediu que as partes envolvidas voltem a negociar sobre o programa nuclear da Coreia do Norte. Para o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, as negociações devem visar a busca de uma solução pacífica, até que a desnuclearização e estabilidade na península sejam alcançada.

Por sua vez, o secretário de Estado norte-americano disse que Washington quer, sim, negociar com a Coreia do Norte. No entanto, Rex Tillerson lembrou que as negociações serão infrutíferas se Pyongyang continuar fazendo questão de ter armas nucleares.

Logo no sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, considerou que o novo pacote de sanções terá "um impacto financeiro muito grande" mo regime de Kim Jong-un.

Por causa de seus constantes testes com mísseis balísticos intercontinentais, a Coreia do Norte recebeu algumas sanções como medidas de pressão da Organização das Nações Unidas (ONU).

Pyongyang não gostou nada das represálias e já usou o jornal estatal para revidar. Neste domingo (6), o governo do ditador Kim Jong-un mandou um aviso aos EUA, garantindo que qualquer ação militar terá uma resposta. “No dia que os EUA se atreverem a provocar a nossa nação com armas nucleares ou com sanções, o território norte-americano ficará submerso num inimaginável mar de fogo”, ameaçou o jornal oficial Rodong Sinmun.

Conforme noticiou a imprensa internacional, um dia antes o Conselho de Segurança da ONU havia realizado sanções contra o regime oriental. Dentre elas está a proibição dos Estados-membros da ONU de comprem várias exportações norte-coreanas, reduzindo até mil milhões de dólares (849 milhões de euros) por ano os rendimentos de Pyongyang. Tais medidas, aprovadas por 10 a 0, com votos inclusive da China e da Rússia, devem surtir um efeito financeiro muito grande.

Um dia depois, o editorial do Diário Oficial norte-coreano escreveu que os EUA e seus aliados mantém uma política hostil contra o país e que se isso continuar eles estão arriscados a assistirem sua auto-destruição. “O empenho do grupo de Trump continuar com este atoleiro só motiva mais o nosso exército e dar mais razões à República Popular Democrática da Coreia para ter armas nucleares”, avisou o diário do Partido dos Trabalhadores. “A capacidade de empreender uma potente guerra dissuasora é uma escolha estratégica de defesa do nosso povo, que já atravessou um conflito bélico horrendo”, concluiu.

Trump tem cobrado da China, aliada de Pyongyang, uma posição mais contundente para dissuadir o líder da Coreia do Norte de seguir implementando armas intercontinentais que colocam em risco a segurança do mundo todo.


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