Flagrante de maus tratos a bebê em creche gera revolta

Por: Ana Claudia Ramos Escritor da News365
Foto: Internet
Polícia 27 Março 2017 19h 25min

Funcionária ao celular fica estressada com choro e agride violentamente a criança

Foto: Internet
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Flagrante de maus tratos a bebê em creche gera revolta

Funcionária ao celular fica estressada com choro e agride violentamente a criança

Polícia 27 Março 2017 19h 25min

Quem deixa o filho na creche, infelizmente, corre risco de algumas profissionais agirem de maneira abjeta como esta do vídeo abaixo.

Com o advento das redes sociais, felizmente esse tipo de postura fica cada vez menos impune. Apenas um celular e um perfil numa rede social bastam para que seja mostrado ao mundo os abusos e violências antes restritos a quatro paredes.

Nas imagens a professora, ao invés de estar cuidando de um bebê indefeso, prefere ficar mexendo no celular. A criança chora talvez pelo desconforto da posição, talvez por fome, por estar com a fralda cheia ou mesmo por sentir a falta do calor da mãe.

Mas a funcionária ignora e segue nas redes sociais. Depois de mais de um minuto, o choro começa a ficar mais intenso. A mulher não aguenta e resolve chacoalhar e quase sufocar a criança de forma brusca. É claro que o choro fica mais alto e estridente.

Com ainda mais raiva, a “educadora” xinga. “Insuportável”. Depois dá várias palmadas no bebê, que quase perde a respiração de tanto chorar. “Meu Deus do céu, pelo amor de Deus que que há gente. Isso não é de Deus, Nossa Senhora?”, pragueja ela, voltando a se concentrar no aparelho.

O bebê segusegue aos prantos e ela dá outros tapas e grita “Chega”. Mais quarenta segundos de choro e o vídeo chega ao fim.

A outra funcionária que gravou as cenas de propósito postou o vídeo no Facebook e fez um apelo aos internautas para que compartilhassem até que o material chegasse às autoridades e a profissional fosse punida.

A mãe da criança teve acesso ao conteúdo e tomou providências junto à creche, que demitiu a funcionaria. Em seu perfil no Facebook, a mãe do bebê não só informou que a professora foi para rua como agradeceu a pessoa que fez o vídeo e compartilhou.

No agradecimento ela pede para que os internautas parem de julgar a pessoa que fez o vídeo, por ela ter preferido registrar o flagrante do que ajudar o bebê.

Escreveu que graças à postura da funcionária foi possível desmascarar a agressora com provas, impedindo assim que aconteça o mesmo com outras crianças. A mãe, identificada como Carol da Silva Sá, fez questão de divulgar o nome da profissional que agrediu o seu bebê. Chama-se Érica Tonieto.

ATENÇÃO, o vídeo contem imagens fortes. Assista clicando aqui.

Quem deixa o filho na creche, infelizmente, corre risco de algumas profissionais agirem de maneira abjeta como esta do vídeo abaixo.

Com o advento das redes sociais, felizmente esse tipo de postura fica cada vez menos impune. Apenas um celular e um perfil numa rede social bastam para que seja mostrado ao mundo os abusos e violências antes restritos a quatro paredes.

Nas imagens a professora, ao invés de estar cuidando de um bebê indefeso, prefere ficar mexendo no celular. A criança chora talvez pelo desconforto da posição, talvez por fome, por estar com a fralda cheia ou mesmo por sentir a falta do calor da mãe.

Mas a funcionária ignora e segue nas redes sociais. Depois de mais de um minuto, o choro começa a ficar mais intenso. A mulher não aguenta e resolve chacoalhar e quase sufocar a criança de forma brusca. É claro que o choro fica mais alto e estridente.

Com ainda mais raiva, a “educadora” xinga. “Insuportável”. Depois dá várias palmadas no bebê, que quase perde a respiração de tanto chorar. “Meu Deus do céu, pelo amor de Deus que que há gente. Isso não é de Deus, Nossa Senhora?”, pragueja ela, voltando a se concentrar no aparelho.

O bebê segue aos prantos e ela dá outros tapas e grita “Chega”. Mais quarenta segundos de choro e o vídeo chega ao fim.


Fontes:


Comentários

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Marly da silva

Acho uma covardia si não tem paciência.da a vaga para quem tem.si fizesse isso com meu filho eu pegava ela.




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