NOTÍCIA! Argentina confirma morte de tripulantes de submarino

Por: Bruno Tomé Escritor da News365
Submarino já havia registrado meses atrás defeito que pode ter causado explosão

Mundo 05Dezembro2017 11 h 52min

Ministro da Defesa ainda reconheceu que a embarcação estava com defeitos

Submarino já havia registrado meses atrás defeito que pode ter causado explosão
Submarino já havia registrado meses atrás defeito que pode ter causado explosão

NOTÍCIA! Argentina confirma morte de tripulantes de submarino

Ministro da Defesa ainda reconheceu que a embarcação estava com defeitos

Mundo 05Dezembro2017 11 h 52min

O Ministro da Defesa argentino, Oscar Aguado, confirmou na tarde de segunda-feira (4) que os 44 tripulantes que embarcaram no submarino ARA San Juan estão mortos. A informação já era especulada pela imprensa argentina e internacional, após o governo do país sul-americano confirmar que a embarcação teria explodido em alto-mar. Outra revelação feita por Aguado é de que o submarino havia apresentado meses atrás um defeito, que pode ter sido o responsável pela falha no transporte e também pela explosão. 

O submarino e, consequentemente, os tripulantes, estão desaparecidos desde o dia 15 de novembro. No entanto, essa foi a primeira vez que o governo argentino admitiu que todas as pessoas que embarcaram na missão morreram no oceano. Mesmo com a notícia dada apenas agora, as missões de busca já haviam sido canceladas na última semana. Nos bastidores, familiares também já relatavam que os tripulanlantes estavam mortos e que o governo não queria admitir por medo. Alguns chegaram até a brigar com os oficiais, afirmando que estariam "brincando com a cara" de quem esperava por notícias esperançosas. 

Os familiares haviam até feito um protesto no último domingo (3), muito pela demora de um posicionamento oficial. Mesmo com a informação, autoridades do governo argentino garantem que o presidente Maurício Macri quer, ao menos, encontrar o submarino. A imprensa local, agora, passa a especular que em breve o mandatário irá declarar período de luta pela perda dos tripulantes do San Juan. 

Quando desapareceu, o submarino estava na rota da cidade de Ushuaia, que seria a cidade mais austral do planeta que também fica localizada na Argentina, até a sua base, em Mar del Plata. A última localização da embarcação foi percebida a 480 km da costa. O submarino já era antigo. Foi construído em 1980 na Alemanha e apenas em 2008 passou por reparações, que duraram cerca de dois anos. Entre os itens modificados, está o motor a diesel. Ainda é esperado que se anuncie qual pode ter sido a verdadeira falha do submarino. 

O Ministro da Defesa argentino, Oscar Aguado, confirmou na tarde de segunda-feira (4) que os 44 tripulantes que embarcaram no submarino ARA San Juan estão mortos. A informação já era especulada pela imprensa argentina e internacional, após o governo do país sul-americano confirmar que a embarcação teria explodido em alto-mar. Outra revelação feita por Aguado é de que o submarino havia apresentado meses atrás um defeito, que pode ter sido o responsável pela falha no transporte e também pela explosão. 

O submarino e, consequentemente, os tripulantes, estão desaparecidos desde o dia 15 de novembro. No entanto, essa foi a primeira vez que o governo argentino admitiu que todas as pessoas que embarcaram na missão morreram no oceano. Mesmo com a notícia dada apenas agora, as missões de busca já haviam sido canceladas na última semana. Nos bastidores, familiares também já relatavam que os tripulantes estavam mortos e que o governo não queria admitir por medo. Alguns chegaram até a brigar com os oficiais, afirmando que estariam "brincando com a cara" de quem esperava por notícias esperançosas. 

Os familiares haviam até feito um protesto no último domingo (3), muito pela demora de um posicionamento oficial. Mesmo com a informação, autoridades do governo argentino garantem que o presidente Maurício Macri quer, ao menos, encontrar o submarino. A imprensa local, agora, passa a especular que em breve o mandatário irá declarar período de luta pela perda dos tripulantes do San Juan. 


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