Vladimir Putin e Donald Trump se juntam para derrotar Estado Islâmico

Por: Bruno Tomé Escritor da News365
Mandatários estão satisfeitos com os primeiros resultados obtidos na Síria
Mundo 11Novembro2017 19 h 48min

Mesmo que unam forças para deter o Estado Islâmico, presidentes acreditam que a solução é outra

Mandatários estão satisfeitos com os primeiros resultados obtidos na Síria
Mandatários estão satisfeitos com os primeiros resultados obtidos na Síria

Vladimir Putin e Donald Trump se juntam para derrotar Estado Islâmico

Mesmo que unam forças para deter o Estado Islâmico, presidentes acreditam que a solução é outra

Mundo 11Novembro2017 19 h 48min

Os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, Donald Trump e Vladmir Putin, encontraram-se na Cúpula da Cooperação Ásia-Pacífico (Apec) e concordaram em selar um acordo pela paz mundial. O objetivo dos dois mandatários é unir forças para combater os avanços do Estado Islâmico na Síria. Vale ainda lembrar que no último mês, facções ligadas ao grupo terrorista passaram a promover ameaças contra a Copa do Mundo de 2018, que será disputada na Rússia, através de cartazes na internet. 

Conforme as assessorias de imprensa, os presidentes das nações mais potentes do planeta conversaram ainda na sexta-feira (10) sobre a guerra na Síria. O encontro da Apec está acontecendo na cidade de Danang, no Vietnã. Ainda segundo o comunicado, Trump e Putin estão satisfeitos com os primeiros resultados dos dois países no Oriente Médio. Para os mandatários, o Estado Islâmico teve perdas importantes a partir do momento que Rússia e Estados Unidos começaram a agir. 

Os assessores de imprensa também afirmam que os dois políticos querem manter um canaanal de comunicação aberto entre os dois países e outros aliados que lutam contra o grupo terrorista no Oriente Médio. Para os presidentes, o diálogo pode ser um caminho para manter a segurança de todos. A aliança formada pelos dois países será mantida até que seja decretado o fim do Estado Islâmico. 

Os dois presidentes também concordaram que a guerra não será resolvida apenas pela via militar, que está servindo como forma de amenizar os combates. A melhor tentativa para acalmar a tensão na Síria é a medida adotada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, iniciada ainda em 2015, que quer uma reunião de negociação entre o regime sírio e as forças opositoras. A ideia do conselho é de que se resolva uma maneira de realizar novas eleições no país. 

No próximo dia 28 de novembro, a oitava rodada das negociações será realizada em Genebra. O encontro é considerado um dos mais importantes, já que debaterá uma reforma na Constituição da Síria e uma eleição, que será organizada e supervisionada pelas Nações Unidas. Outro ponto importante e que deve continuar sendo negociado é o futuro do ex-ditador Bashar al Assad. Para avançar, as partes precisam chegar a um consenso sobre o destino dele. 

Os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, Donald Trump e Vladmir Putin, encontraram-se na Cúpula da Cooperação Ásia-Pacífico (Apec) e concordaram em selar um acordo pela paz mundial. O objetivo dos dois mandatários é unir forças para combater os avanços do Estado Islâmico na Síria. Vale ainda lembrar que no último mês, facções ligadas ao grupo terrorista passaram a promover ameaças contra a Copa do Mundo de 2018, que será disputada na Rússia, através de cartazes na internet. 

Conforme as assessorias de imprensa, os presidentes das nações mais potentes do planeta conversaram ainda na sexta-feira (10) sobre a guerra na Síria. O encontro da Apec está acontecendo na cidade de Danang, no Vietnã. Ainda segundo o comunicado, Trump e Putin estão satisfeitos com os primeiros resultados dos dois países no Oriente Médio. Para os mandatários, o Estado Islâmico teve perdas importantes a partir do momento que Rússia e Estados Unidos começaram a agir. 

Os assessores de imprensa também afirmam que os dois políticos querem manter um canal de comunicação aberto entre os dois países e outros aliados que lutam contra o grupo terrorista no Oriente Médio. Para os presidentes, o diálogo pode ser um caminho para manter a segurança de todos. A aliança formada pelos dois países será mantida até que seja decretado o fim do Estado Islâmico. 


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