Quem defender pena de morte para os assassinos de Kelly vai tomar zero no ENEM? Entenda

Por: Bruno Tomé Escritor da News365
Movimentos como o Movimento Brasil Livre e Escola Sem Partido entendem que governo quer barrar a discussão sobre punições mais severas para criminosos
Política 04Novembro2017 17 h 50min

Grupos políticos questionam o que acontecerá se o estudante pedir pena de morte aos assassinos de Kelly Cadamuro

Movimentos como o Movimento Brasil Livre e Escola Sem Partido entendem que governo quer barrar a discussão sobre punições mais severas para criminosos
Movimentos como o Movimento Brasil Livre e Escola Sem Partido entendem que governo quer barrar a discussão sobre punições mais severas para criminosos

Quem defender pena de morte para os assassinos de Kelly vai tomar zero no ENEM? Entenda

Grupos políticos questionam o que acontecerá se o estudante pedir pena de morte aos assassinos de Kelly Cadamuro

Política 04Novembro2017 17 h 50min

No feriado de Finados, o Brasil está em comoção por causa do assassinato da jovem Kelly Cadamuro, de 22 anos. A radiologista paulista havia combinado uma carona por WhatsApp na última quarta-feira (1) com destino a cidade de Itapagipe, em Minas Gerais. No entanto, a paulista não sabia que o caroneiro embarcou com a intenção de roubá-la e assassiná-la. O crime aconteceu ainda na quarta e já se desenrola durante o feriado. No entanto, as nuances do caso levantam questões políticos que são debatidos em todo país, inclusive no ENEM. 

A primeira questão levantada por sites que discutem política é sobre as saídas temporárias - foi assim que o assassino de Kelly ficou foragido por oito meses - e outras vantagens que detentos possuem. No entanto, a questão que mais chama atenção é sobre a pena de morte, pedida por inúmeras pessoas após todo o desenrolar da história. O caso e o pedido acontece praticamente no mesmo dia em que o governo federal luta para zerar as redações que foram contra os direitos humanos. Sites, como o Ceticismo mo Político, então levantaram a questão: "quem defender pena de morte para os assassinos de Kelly levará zero no ENEM?". 

Até o momento, a resposta é não. A Advocacia Geral da União (AGU) explicou o pedido de recurso após oTribunal Regional Federal da 1ª região derrubar a decisão de zerar redações que possam ferir os direitos humanos. Os pontos que o governo federal não quer que sejam apoiados no ENEM são como a defesa de tortura, multilação e execução por meio do povo (ou justiça popular), ou seja, que não exista a intervenção da justiça, das leis ou do governo. Assim, como se sabe, a pena de morte é um recurso vinculado a justiça. 

No entanto, movimentos como o Movimento Brasil Livre e Escola Sem Partido lembram que a decisão do governo de querer que a medida seja implementada pode ser uma maneira de empurrar um pensamento político. Para os movimentos, a decisão trava a liberdade de expressão e acaba com o debate que deve existir em volta de temas como a pena de morte. Para os movimentos, "a turma dos Direitos Humanos" quer continuar vendo criminosos terem vantagens sobre a população, por isso, novamente, os estudantes devem ter o direito de se expressarem como bem entenderem na redação. 

No feriado de Finados, o Brasil está em comoção por causa do assassinato da jovem Kelly Cadamuro, de 22 anos. A radiologista paulista havia combinado uma carona por WhatsApp na última quarta-feira (1) com destino a cidade de Itapagipe, em Minas Gerais. No entanto, a paulista não sabia que o caroneiro embarcou com a intenção de roubá-la e assassiná-la. O crime aconteceu ainda na quarta e já se desenrola durante o feriado. No entanto, as nuances do caso levantam questões políticos que são debatidos em todo país, inclusive no ENEM. 

A primeira questão levantada por sites que discutem política é sobre as saídas temporárias - foi assim que o assassino de Kelly ficou foragido por oito meses - e outras vantagens que detentos possuem. No entanto, a questão que mais chama atenção é sobre a pena de morte, pedida por inúmeras pessoas após todo o desenrolar da história. O caso e o pedido acontece praticamente no mesmo dia em que o governo federal luta para zerar as redações que foram contra os direitos humanos. Sites, como o Ceticismo Político, então levantaram a questão: "quem defender pena de morte para os assassinos de Kelly levará zero no ENEM?". 

Até o momento, a resposta é não. A Advocacia Geral da União (AGU) explicou o pedido de recurso após oTribunal Regional Federal da 1ª região derrubar a decisão de zerar redações que possam ferir os direitos humanos. Os pontos que o governo federal não quer que sejam apoiados no ENEM são como a defesa de tortura, multilação e execução por meio do povo (ou justiça popular), ou seja, que não exista a intervenção da justiça, das leis ou do governo. Assim, como se sabe, a pena de morte é um recurso vinculado a justiça. 


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